Sabia que o Corretor de Seguros é o principal responsável pelo avanço do mercado segurador?

O mercado de seguros mudou. Ao longo do tempo, ele acompanhou as mudanças na sociedade. Assim como fez o Corretor. Quem mudou primeiro? Mais importante do que ter essa resposta é saber – e reconhecer – a importância do Corretor no avanço desse segmento que é tão importante para a economia de um país, mas que ainda, no caso brasileiro, não conseguiu se fazer entender por boa parte da sociedade.

O mercado de seguros tem uma trajetória de sucesso alcançando taxas de crescimento que não se repetem em outros setores produtivos da economia. No Brasil é um segmento que apresenta forte resiliência em períodos de crise. Os resultados das empresas neste setor apresentam menor variação em situações adversas na economia. Isso acontece porque fornecem produtos que contribuem para o gerenciamento de riscos sociais.

E o Corretor?

O principal responsável pela quase totalidade da distribuição do seguro é o Corretor. É ele que mostra à sociedade a importância do seguro e põe luz em algo tão complexo. O Corretor é quem conhece o cliente, além de ser seu representante legal, muitas vezes ele constata uma necessidade de proteção antes mesmo da própria família. Por isso, costuma-se dizer que o Corretor é um consultor. Mesmo com as inovações que surgem no mercado, o Corretor de Seguros é fundamental.

O contato direto com o segurado faz do Corretor uma espécie de identificador de tendências. Foi o trabalho feito por esses profissionais que tornou popular o seguro de automóvel. E, mais recentemente, com a crise na venda de automóveis – reflexo da crise e da mudança de comportamento da sociedade – assiste-se ao crescimento na comercialização de seguros de vida e planos de previdência privada. Movimento esse que contribui para o crescimento do mercado segurador.

Para Joaquim Mendanha, da Susep, “é preciso observar a inovação sob o aumento da cultura do seguro, a melhoria de consumo e a acessibilidade. Ter um produto com uma ferramenta de inovação para falar com os consumidores que ainda não atingiram é um diferencial”.

Fonte: Segs.

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